sábado, 20 de janeiro de 2018

O desemprego e as vendedoras de marmita



Estamos com 14 milhões de brasileiros desempregados. Como o consumo das famílias é um dos motores que giram a economia, sem dinheiro no bolso e com 60 milhões de brasileiros endividados, é melhor pensar em quitar dívidas do que falar em compras.

Para reativar a economia, pelo menos dois motores deveriam ser acionados: o investimento das empresas e o investimento do estado. As empresas não investem, na atual conjuntura, devido à incerteza. A finalidade primeira de quem tem uma empresa é o lucro. Se não existe previsão de lucro, melhor ficar quieto. Aguardando as boas oportunidades de negócios. O estado poderia estar investindo, por exemplo, através do BNDES. Ao invés de investir, o BNDES vai devolver para o tesouro 100 bilhões de reais, para cobrir o déficit do Meirelles. No final da linha, vai para o sistema financeiro, via pagamento de juros e para a amortização da dívida pública.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Por Lula, a esperança venceu o medo e o amor vencerá o ódio

Insistir em odiar Lula deve ser tarefa frustrante. Há décadas, a elite e a classe média se obstinam em pedir histericamente a prisão do líder petista, movidos por um ódio cego e febril, implantados em suas mentes pelos meios de comunicação. Mas o plano de fazer de Lula um vilão, insiste em fracassar miseravelmente. Duas vezes eleito presidente do país, Lula é líder disparado em todas as pesquisas, que começam a indicar uma possível vitória em primeiro turno. Mesmo sob um ferrenho ataque, vindo de uma (in) justiça parcial, é Lula quem o povo quer ver novamente no comando do país. E se, por Lula, a esperança já venceu o medo, está na hora de o amor vencer esse ódio covarde e injustificado que insiste em persistir.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

PEDRO PARENTE E O PREÇO DA GASOLINA


Recentemente escrevi um artigo com o título: Pedro Parente e o preço do botijão de gás.

Pedro Parente é o atual presidente da Petrobrás, nomeado por michel temer. O homem que golpeou a Presidenta Dilma Roussef.

Agora vou falar um pouco sobre o preço do litro da gasolina. Tem a ver com temer, Meirelles e Pedro Parente. 

Gás e gasolina. Ambos são combustíveis. Liberam energia a partir da combustão. A energia do gás para cozinhar nossos alimentos. A energia da gasolina  nos motores a combustão, usados nos automóveis, para o transporte de passageiros.

Há 3 anos fiz uma viagem ao Uruguai. Verifiquei que o preço do litro da gasolina lá estava em R$ 5,00. Aqui no Brasil, não chegada a R$3,00.

A vida e a geometria

A geometria é um ramo da matemática que estuda linhas, formas, ângulos ou distâncias.

A geometria trabalha com quatro elementos básicos: o ponto, a reta, o plano e o espaço. O ponto serve para determinar uma localização, um endereço. O ponto pode ser uma marquinha feita com a ponta do lápis numa folha de papel em branco... um ponto pode ser uma estrela cintilante no céu!
Em um ponto, estamos presos... não existe nenhum grau de liberdade. Colado nele, não podemos nos movimentar para a direita ou esquerda, para frente ou para trás nem tampouco para cima ou para baixo. É uma prisão!

Se temos dois pontos distintos, e unimos esses dois pontos com uma régua, já temos um elemento mais complexo: a reta.

Imagine a reta como sendo um arame de varal, bem esticado.

Nesse arame horizontal ou nessa reta, uma formiguinha pode movimentar-se em uma infinidade de pontos, para a direita ou para a esquerda.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

A moralidade de Bolsonaro não passava de um “mito”

O vocábulo “mito”, na língua portuguesa, pode assumir diversos significados, de acordo com o contexto em que seja utilizado. A palavra pode denotar heroísmo, como quiseram os eleitores de Jair Bolsonaro, ao apelidá-lo assim nas redes sociais por, supostamente, possuir características únicas entre os políticos, como, por exemplo, a honestidade. No entanto, a suposta lisura do deputado carioca tem sido frequentemente colocada em xeque, em casos de polêmica utilização de recursos públicos. Para os leitores atentos à política (e à nossa língua-mãe) fica claro que, para utilizar os termos “mito”, “Bolsonaro” e “moralidade” na mesma frase, é melhor utilizar outros sentidos possíveis para a palavra, como inverdade ou utopia. 

Conforme demonstrado em recente levantamento realizado pela Folha de São Paulo, Bolsonaro entrou na política possuindo (ou declarando) apenas um carro popular e dois lotes com valores irrisórios. Hoje, possui, juntamente com seus filhos, um valor patrimonial de pelo menos R$ 15 milhões, distribuídos em 13 imóveis localizados, em sua maioria, na cidade do Rio de Janeiro/RJ. O valor não incluiria outros bens, como por exemplo, seus veículos, que chegam ao valor de R$ 105 mil, um jet-ski e aplicações que ultrapassam R$ 1,5 milhão.  O mais curioso é que o patrimônio teria sido construído apenas com os vencimentos provenientes do serviço público, subsídio e soldo, que somados não chegam a R$ 30 mil líquidos. 

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